Relação da velocidade de crescimento mandibular com estágios de ossificação das vértebras cervicais

AUTOR(ES)
DATA DE PUBLICAÇÃO

2007

RESUMO

Este estudo avaliou a velocidade de crescimento da mandíbula considerando a relação do crescimento com a maturação esquelética das vértebras cervicais, em indivíduos brasileiros, portadores de maloclusão de Classe I, II e III esquelética, durante o período puberal. Foram analisadas telerradiografias de perfil, obtidas em dois momentos, com intervalo de 6 a 18 meses, de 133 indivíduos, sendo 54 do gênero masculino e 79 do feminino, com idades entre 7 e 18 anos de idade. A amostra foi dividida em cinco grupos, de acordo com os estágios de maturação das vértebras. As telerradiografias de perfil foram traçadas e os pontos cefalométricos digitalizados no Software DentoFacial Planner Plus (DFL Plus, 2.0). O ângulo ANB foi determinado para caracterização da amostra. Foram avaliadas as distâncias entre Co-Go, Go-Gn e Co-Gn entre as duas cefalometrias, obtendo-se uma taxa de crescimento anual. No tratamento estatístico utilizou-se análise de variância e teste de Tukey para comparar a velocidade de crescimento mandibular entre os estágios de maturação das vértebras cervicais e entre as classes, e teste t-student para comparar a velocidade de crescimento entre os gêneros. Os resultados indicaram que a velocidade média de crescimento da mandíbula foi maior no estágio 2 de maturação das vértebras cervicais. Os indivíduos do gênero masculino apresentaram pico de velocidade de crescimento nos estágios 2 e 3, enquanto nos indivíduos do gênero feminino, a velocidade de crescimento da mandíbula foi maior nos estágios 1, 2 e 3. Embora os indivíduos com padrão esquelético de Classe III exibissem as maiores dimensões iniciais da mandíbula, verificou-se similaridade para as velocidades de crescimento da mandíbula entre os portadores de Classes I, II e III

ASSUNTO(S)

ortodontia dentes - radiografia mandÍbula odontologia ortopedia facial coluna cervical

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